Sobrevivente da queda de balão na Turquia não consegue voltar ao Brasil
Advogada precisa viajar em avião-UTI, que não é coberto pelo seguro. "Angústia é tão grande que ela teve ataque de pânico", diz a filha.
A advogada Maisa Ildelfonso Lima, uma das brasileiras que sobreviveram a
um acidente de balão no último dia 20, na Capadócia, está com
dificuldades de deixar a Turquia
e voltar para o Brasil. Ela já passou por várias cirurgias e os médicos
liberaram o retorno, mas a viagem precisa ser feita em um avião-UTI. O
seguro de saúde contratado por ela não cobre essa despesa. “A gente está
desesperada. A minha mãe está em uma angústia tão grande que ela teve o
primeiro ataque de pânico”, afirma a psicóloga Claudia Ildelfonso Lima.
Segundo ela, a mãe teve perfuração no pulmão, quebrou vários ossos do
corpo do pescoço para baixo e passou por cinco cirurgias. Após deixar a
UTI, ela seguiu para o quarto. “A seguradora do balão está pagando todas
as despesas hospitalares. Está uma confusão entre seguradoras do Brasil
e seguradoras daqui com relação a pagar o avião. Segundo a Córis, que é
com quem a minha mãe fez seguro de viagem, o avião seria US$ 100 mil”,
explica Claudia.
A psicóloga reclama ainda da atuação do Itamaraty. “Eu não estou tendo
aquele apoio que eu esperava que tivesse. O apoio que estou tendo é mais
social. Até liga de vez em quando para saber como está, mas não é um
apoio efetivo”, diz.
Maisa conta que está deitada na mesma posição desde o dia 20. “Eu tenho
que chegar ao Brasil, entrar em uma ambulância e ir direto para o
hospital, eu não posso ir para casa. Gostaria de fazer um apelo: que
meus amigos brasileiros me tirassem daqui da Turquia e me levassem para o
Brasil”, pede a advogada.
O Itamaraty informou que desconhecia a situação de Maisa e disse que a
família não procurou a embaixada do Brasil em Ancara para relatar o
caso. A partir de agora, o Ministério de Relações Exteriores promete ver
o que é possível fazer, inclusive uma remoção custeada pelo governo.
Ainda segundo o Itamaraty, a embaixada ofereceu apoio desde o início e
permanece à disposição de todos os brasileiros.
Segundo a seguradora Córis, o seguro-viagem contratado por Maisa cobre €
30 mil (cerca de R$ 84,5 mil) em despesas hospitalares ou repatriação
sanitária, que é o caso dela. Quando a quantia ultrapassa esse valor, o
restante tem que ser pago pelo paciente.
Mulher ganha a vida catando piolho e se orgulha da profissão: ‘Eu combato uma praga’
Anna Paula Braga cata fio por fio e cobra R$ 70 por hora
Foto: Luiz Ackermann
“Não cato piolho na cabeça dos outros nem me pagando”, diriam 9 em
cada 10 pessoas. Anna Paula Braga é uma das únicas que nunca vai soltar
essa frase, ou estará cuspindo no prato que comeu. A carioca ganha a
vida procurando os insetos, fio por fio, no cabelo de crianças,
adolescentes e até de adultos. Isso mesmo. Sua profissão, ela diz sem
vergonha nenhuma, é catadora de piolhos.
– Não é bárbaro isso que
eu faço? Eu combato uma praga! As minhas filhas morrem de vergonha, mas
eu nunca tive. Qualquer trabalho tem o seu lado negativo – diz.
Apesar
da vergonha, as três filhas são as “culpadas” por Anna ter entrado de
cabeça nesse negócio. Ela catava os piolhos delas e das amiguinhas de
escola com paciência de jó. Até que, há oito anos, seguindo uma ideia da
mãe, resolveu transformar em profissão o que para muitos é nojento. A
catadora de piolhos cobra R$ 70 por hora e atende na casa dos clientes,
permitindo que crianças assistam televisão, usem o computador, joguem
video-game ou façam o dever de casa enquanto ela trabalha.
– Com a
correria do dia a dia, os pais não têm mais tempo de olhar a cabeça do
filho como se deve. É um trabalho muito cuidadoso. Se eu não acabo com
todos os piolhos, tiro 99% deles – garante Anna, que só não aceita um
tipo de cliente: – Eu não cato em quem tem dread. Nesse tipo de cabelo
não entra nem pente, como vou catar piolho? – brinca. Anna permite que crianças façam outras coisas enquanto ela cata os piolhos Foto: Luiz Ackermann
Anna Paula não é só catadora, como também uma estudiosa de
piolhos. Poucos cientistas sabem mais da vida e da história desses
insetos do que ela. Tanto que realiza o seu serviço só com as mãos, um
pente fino e uma toalha branca. Nada de remédios, vinagre, alfazema ou
algo do tipo.
– Nada disso funciona. As lêndeas e os piolhos
menores não morrem com remédio. Sem contar que o álcool presente na
fórmula queima o couro cabeludo – afirma.
Mas só catar não adianta:
–
O piolho vive fora da cabeça enquanto tiver sangue na barriga. Por
isso, tem que lavar toalhas e roupa de capa e passar água e vinagre no
chão.
Com corselet apertado, Geisy Arruda quase mostra demais em show
Loira participou do show da dupla sertaneja Leandro e Gustavo na madrugada deste domingo, 9.
Do Ego, no Rio
Geisy Arruda: muita Geisy para pouco corselet
Parece que Geisy Arruda virou musa da dupla Leandro e Gustavo. Depois de participar da gravação do clipe de uma Música,
ela é figurinha fácil nos shows deles. A cena se repetiu na madrugada
deste domingo, 9, quando eles se apresentaram no "Country Mix", em São
Paulo, e a beldade deu pinta por lá. E que pinta.
Geisy subiu ao palco quando Leandro e Gustavo cantaram "Aow Potência",
música da qual participou do clipe, e fez a mesma coreografia do vídeo.
Mas não foi só isso. Ela também chamou atenção pelo figurino que usava:
um corselet estampado bem justo, que deixava, por assim dizer, um pouco
de Geisy sobrando. Só deu ela.
Geisy Arruda no palco da dupla Leandro e Gustavo (Foto: Danilo Carvalho / Ag. Fio Condutor/Divulgação)
Ela repetiu a coreografia ousada (Foto: Danilo Carvalho / Ag. Fio Condutor/Divulgação)
E fez coraçãozinho para a plateia (Foto: Danilo Carvalho / Ag. Fio Condutor/Divulgação)
Depois, foi mostrar toda a sua voluptuosidade em um camarote (Foto: Danilo Carvalho / Ag. Fio Condutor/Divulgação)
Nenhum comentário:
Postar um comentário
vc e especial.